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Tributário

Quase todo caso da WAC entra por aqui, e boa parte deles não termina aqui. O que muda o resultado costuma estar uma camada abaixo do imposto: na estrutura que o gerou e na documentação que deveria sustentá-lo.

Quando nos procuram

A fiscalização já começou

Chegou intimação e o prazo está correndo. O primeiro movimento é entender o que o fisco já tem, o que pediu e o que a empresa consegue comprovar, antes de responder qualquer coisa. Resposta apressada costuma criar o problema que ainda não existia. Precisamos da intimação, das obrigações acessórias do período e do que sustenta a posição adotada na apuração.

A obrigação acessória está fora de ordem

Escrituração divergente da apuração, retificações em série, cruzamento que não fecha. Isso raramente é só um problema de contabilidade: costuma ser o sintoma de uma posição fiscal adotada sem documentação de apoio. Trabalhamos junto à contabilidade da empresa, sem substituí-la, para corrigir a origem e não apenas o arquivo enviado.

O débito está a caminho da dívida ativa

Entre o vencimento e a inscrição existe uma janela em que as alternativas são mais amplas e mais baratas. Depois da inscrição o jogo muda: entram encargo legal, garantia, execução e transação. Nos dois momentos, a primeira coisa é separar o que é devido do que é discutível, porque parte do passivo costuma ser uma coisa e parte a outra.

Há crédito que a empresa não está aproveitando

Insumos tratados como despesa, benefício estadual oferecido à tributação federal, substituição tributária somada à base das contribuições. O trabalho começa por um diagnóstico documental dos últimos cinco anos, e ele serve tanto para encontrar o que existe quanto para descartar o que não se sustenta. Descartar também é entrega.

A operação vai mudar e ninguém calculou o efeito fiscal

Nova planta, novo sócio, novo produto, mudança de regime, entrada de investidor. Decisões assim fixam carga tributária por anos e costumam ser tomadas com a conta feita depois. Aqui o trabalho é simular antes, e é o ponto em que o tributário encosta direto no societário.

O que fazemos
  • Consultivo permanenteAnálise fiscal das operações, pareceres e memorandos, revisão tributária de contratos e estruturas, escolha e revisão de regime.
  • Recuperação e compensaçãoDiagnóstico documental, levantamento de créditos, habilitação, compensação e acompanhamento até a extinção.
  • Contencioso administrativoDefesa em autos de infração e recursos perante a Receita Federal, a Sefaz do Paraná, municípios e o CARF.
  • Contencioso judicialMandado de segurança, repetição de indébito, anulatória, embargos e defesa em execução fiscal.
  • Passivo e regularizaçãoTransação, parcelamentos, análise de capacidade de pagamento, garantias e liberação de certidões.
  • Governança fiscalControles internos, documentação das posições adotadas e preparação para os programas de conformidade.
O que vem junto

Uma economia tributária que depende de segregar atividades exige contrato social que permita isso e quórum que aprove. Um crédito relevante muda o valor da empresa e, com ele, o cálculo de quem entra ou sai da sociedade. Um passivo em execução alcança o patrimônio dos sócios se a estrutura não estiver organizada, e organizar depois da citação costuma ser tarde.

Por isso o diagnóstico tributário da WAC olha o contrato social e a posição do patrimônio desde o primeiro dia, mesmo quando a pergunta que chegou era só sobre imposto.

Fale com o escritório

Descreva a situação e o que existe de documentação. O primeiro retorno é uma conversa para entender o contexto e avaliar se o escritório é o caminho adequado para ele.